22 de março de 2020

DIA MUNDIAL DA ÁGUA: em meio a uma pandemia, cerca de 3 bilhões de pessoas carecem de água para se higienizar.

Neste 22 de março, celebramos o Dia Mundial da Água. Este ano, a data acontece em um momento que A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que o mundo vive uma pandemia do novo coronavírus.
Até a presente data, ainda não foi desenvolvida uma vacina ou disponibilizados medicamentos que tenham comprovada ação no combate da COVID-19. O enfrentamento tem sido baseado em ações profiláticas como isolamento social e principalmente, higienização de mãos e superfícies que possam estar contaminadas.
Mas como isto se torna possível quando a ONU - Organização das Nações Unidas alerta que cerca de 3 bilhões de pessoas, ou seja,  quatro em cada dez pessoas no planeta carecem de água potável e meios básicos para se higienizar?
Isto se torna uma das questões mais importantes da humanidade neste momento. Em tempos de pandemia, o que afeta um, afeta a todos, indistintamente.  Quando abrir a torneira para lavar as mãos, reflita sobre isto. 

10 de março de 2020

E se os contos de fada fossem ambientados no Brasil?

E se os contos de fada fossem ambientados no Brasil, com personagens com nosso rosto e nossa pele? 
É essa a grande magia apresentada pelos clássicos adaptados, lançados pela Mazza Edições. “Rapunzel e o Quibungo”, “Joãozinho e Maria”, “Afra e os três Lobos-guarás” e “Cinderela e Chico Rei”, histórias tradicionais recontadas de um jeito bem brasileiro.

E o recebido desta semana foi o volume CHAPEUZINHO VERMELHO E O BOTO-COR-DE ROSA, uma adaptação de Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho, com ilustrações de Walter Lara.

Como a magia dos clássicos não tem fronteiras, nos sonhos de meninas e meninos brasileiros os personagens têm suas feições e habitam o cotidiano. Foi assim com Chapeuzinho Vermelho, menina que morava com a mãe numa aldeia de casas flutuantes, às margens do rio Negro, na Amazônia. Ao levar uma cesta com tacacá e frutas da região para a avó doente, Chapeuzinho conversa com um boto-cor-de-rosa, fica distraída com as belezas da floresta e tem uma grande surpresa quando chega no seu destino.

A leitura realizada junto com a pequena Clarice foi um mergulho de emoção na cultura amazônica. 
Percorrendo igarapés, o cenário da Amazônia vai surgindo como incentivo para conhecer  novas espécies da fauna e da flora brasileiras: frutas como tucumã, abiu e camu-camu, o sagui bigodeiro e o macaco-de-cheiro que saltam pela floresta nos galhos da maçaranduba, do cajueiro e da andiroba, enquanto ouvimos o canto do xexéu e do Uirapuru.
Indescritível toda a magia que Chapeuzinho Vermelho e o Boto-cor-de-rosa nos traz.
Mas afinal, neste cenário, quem desta vez salvará Chapeuzinho Vermelho?



Agradecemos à Mazza Edições por mais este presente lindo.

26 de janeiro de 2020

Um dia especial para destacarmos a prática da Educação Ambiental e seus desafios.


Hoje celebramos o DIA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL, data instituída em 1975 pelas Nações Unidas com o propósito de aumentar a conscientização sobre a necessidade de proteger o meio ambiente.   

Existem várias definições para o termo Educação ambiental e podemos encontra-las em obras de diferentes autores, códigos ou documentos que se apresentam sob diferentes perspectivas. 
A definição apontada pela UNESCO apresenta a Educação Ambiental como "um processo permanente no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem conhecimentos, habilidades, experiências, valores e a determinação que os tornam capazes de agir, individualmente ou coletivamente, na busca de soluções para os problemas ambientais, presentes e futuros” (UNESCO, 1987). 

Essa definição, proposta na metade do caminho entre a origem da educação Ambiental e o seu desenvolvimento atual, expressa as aspirações fundamentais, centradas não apenas no desenvolvimento de capacidades para fazer algo, mas também na compreensão necessária para saber o que fazer no desejo de fazê-lo, na intenção de realizá-lo, na criatividade que permite desenvolve-lo e na consciência do que é feito. Relevante também é lembrar que a Educação Ambiental deve ser um processo de formação dinâmico, permanente e participativo, no qual as pessoas envolvidas passem a ser agentes transformadores.

A grande diversidade dos problemas ambientais atuais é marcada por sua complexidade e intensidade, envolvendo aspectos políticos, sociais e econômicos de ampla relevância. 
Uns dos principais desafios das políticas públicas de Educação Ambiental aponta para a necessidade da construção de uma proposta político pedagógica de Educação para a sustentabilidade, capaz de fomentar pessoas e coletividades responsáveis pela melhoria em sua qualidade de vida, dos seus pares e das futuras gerações.

Do ponto de vista do educador, o desafio se encontra na necessidade de alcançar o embasamento teórico e metodológico que lhe permita uma prática didática onde a Educação Ambiental não seja simplesmente uma disciplina ou um tema de aula. Ou seja, que se torne proposta para sensibilização para um mundo sustentável e um caminho para a compreensão do conceito de futuras gerações. Conceito este onde não se identifica o indivíduo nem o grupo que será atingido com determinadas ações, mas se concebe todas aquelas pessoas que um dia (futuro) usufruirão do patrimônio terrestre. 

O grande desafio está em substituir a Educação Ambiental reducionista (modelo que se limita às abordagens ligadas diretamente aos aspectos físicos, naturais ou construídos e busca mudanças individuais de comportamento, ensinando somente a cuidar do meio ambiente) por uma Educação Ambiental Crítica (onde se adota uma abordagem que busca soluções para os problemas ambientais, tendo como objetivo principal uma visão integral do meio ambiente) a fim de promover o entendimento da realidade e a emancipação dos sujeitos através da busca individual e construção coletiva.  O que equivale dizer que o desejável é uma educação que incentive novas atitudes e novos impulsos que contribuam para o favorecimento da cultura da sustentabilidade e a formação de cidadãos com consciência local e cidadania planetária. 

Por: Mazza Pena - Educadora Ambiental

4 de janeiro de 2020

Como organizei meu planner de estudos para 2020.

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Meu planner de estudos 2020

Existem muitos cursos EAD disponíveis para quem deseja ampliar ou iniciar os conhecimentos na área ambiental. Muitos desses já fazem parte do meu curriculum, pois mantenho uma disciplina de estudos e busco sempre por novas oportunidades, quer seja através de cursos pela internet ou presenciais.

Para organizar os conteúdos estudados, opto sempre por registra-los manualmente em cadernos ou blocos de anotações. Esta para mim se apresenta como uma forma eficaz de fixar o conteúdo aprendido. 

Neste ano  já iniciei meu primeiro curso EAD ofertado pela UNB - Universidade de Brasília. E para registrar toda a matéria, deste e de todos os demais que pretendo realizar em 2020, vou utilizar um planner permanente que recebi como presente do parceiro CEBRAC Belo Horizonte.


Na verdade este formato de utilização do planner é uma livre adaptação:

- Na medida que vou utilizando, faço a numeração manual das páginas.

- Na página "índice" vou apontando as numerações das páginas iniciais correspondentes a cada curso. Assim posso localizar mais facilmente com o passar do tempo cada conteúdo.

- Na sessão "planejamento anual", organizado por meses, registro o título de cada curso, palestra ou seminário realizado no referido mês. Ao fim de cada ano, consigo visualizar como foi meu desempenho de forma mais planificada.



- Na parte "books, series and more" eu registro os livros lidos ou referências importantes.

Neste caso, já lancei aí o primeiro livro que pretendo adquirir para leitura neste ano: "Ideias para adiar o fim do mundo", de Ailton Krenac editado pela Companhia das Letras.
Páginas deste planner também serão reservadas para as resenhas, e observações sobre as leituras.

Assim vou preenchendo meu planner de estudos. E como este tem muitas páginas, tenho certeza que, com disciplina e dedicação, este ano será muito produtivo.
Espero que compartilhando este post com você, eu tenha lhe inspirado para começar o seu ano com boas intenções dedicadas aos estudos.

Se você quer dicas sobre cursos EAD gratuito na área ambiental deixe seu comentário com email que envio links para você.

E se quer começar o ano se preparando para o mercado de trabalho, se profissionalizando através de  cursos presenciais de máxima qualidade, em diferentes áreas, conheça as várias opções que o CEBRAC lhe oferece. Clica na imagem abaixo e converse com esta equipe que busca excelência com profissionalismo, sempre inovando, transformando e valorizando as pessoas e o meio ambiente


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