13 de maio de 2020

Como reaproveitar latas de conserva com pintura fácil e colorida.



Hoje nossa dica aqui no blog é uma técnica simples para reaproveitamento de latas de conserva, leite em pó ou outras para a criação de jardineiras ou mesmo cachepot para mini vasos de plantas.
Se desejar, pode também utiliza-las para outras finalidades, após a pintura que fica muito colorida e com imagens surpreendentes e únicas.
Cada pintura é uma surpresa . É muito fácil e você pode até chamar as crianças para fazê-las, neste momento de isolamento social e que temos que mante-las ocupadas e atentas às questões da coleta seletiva tão importante para a preservação do meio ambiente.

Veja o passo a passo de como fazer:

1 - MATERIAIS









Você vai precisar de:
 - Latas vazias de conserva, leite em pó ou outra.
 - Recipiente plástico
- Vareta ou outro objeto longo para espalhar a tinta
- Tintas spray Super Color de diversas cores
- Água
- Pregador de roupa  


2- PREPARANDO A  TINTA 


- Inicie colocando água pura, dentro de um recipiente maior que a lata a ser pintada.














- Aplique a tinta sobre a água, sobrepondo camadas finas de várias cores.

- Com auxílio da vareta, misture as tintas, fazendo suavemente movimentos circulares.















3- APLICANDO A TINTA

Apenas mergulhe a lata dentro da água contendo a tinta e retire em seguida, sem fazer movimentos.
Caso deseje outra matiz cromática. Espere a tinta secar e refaça o processo.

OBSERVAÇÃO: É importante que após cada mergulho da peça, você retire toda tinta que restou na água utilizando a própria vareta, limpando-a em um papel toalha ou trapo de pano. Faça isto antes de repor novas camadas de tinta. Isto evita criar manchas e camadas grosseiras sob a peça.


4- FINALIZANDO
Deixe a tinta secar por algumas horas, já que teremos várias camadas sobrepostas e depois plante o que desejar ou use como cachepot.




22 de março de 2020

DIA MUNDIAL DA ÁGUA: em meio a uma pandemia, cerca de 3 bilhões de pessoas carecem de água para se higienizar.

Neste 22 de março, celebramos o Dia Mundial da Água. Este ano, a data acontece em um momento que A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que o mundo vive uma pandemia do novo coronavírus.
Até a presente data, ainda não foi desenvolvida uma vacina ou disponibilizados medicamentos que tenham comprovada ação no combate da COVID-19. O enfrentamento tem sido baseado em ações profiláticas como isolamento social e principalmente, higienização de mãos e superfícies que possam estar contaminadas.
Mas como isto se torna possível quando a ONU - Organização das Nações Unidas alerta que cerca de 3 bilhões de pessoas, ou seja,  quatro em cada dez pessoas no planeta carecem de água potável e meios básicos para se higienizar?
Isto se torna uma das questões mais importantes da humanidade neste momento. Em tempos de pandemia, o que afeta um, afeta a todos, indistintamente.  Quando abrir a torneira para lavar as mãos, reflita sobre isto. 

10 de março de 2020

E se os contos de fada fossem ambientados no Brasil?

E se os contos de fada fossem ambientados no Brasil, com personagens com nosso rosto e nossa pele? 
É essa a grande magia apresentada pelos clássicos adaptados, lançados pela Mazza Edições. “Rapunzel e o Quibungo”, “Joãozinho e Maria”, “Afra e os três Lobos-guarás” e “Cinderela e Chico Rei”, histórias tradicionais recontadas de um jeito bem brasileiro.

E o recebido desta semana foi o volume CHAPEUZINHO VERMELHO E O BOTO-COR-DE ROSA, uma adaptação de Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho, com ilustrações de Walter Lara.

Como a magia dos clássicos não tem fronteiras, nos sonhos de meninas e meninos brasileiros os personagens têm suas feições e habitam o cotidiano. Foi assim com Chapeuzinho Vermelho, menina que morava com a mãe numa aldeia de casas flutuantes, às margens do rio Negro, na Amazônia. Ao levar uma cesta com tacacá e frutas da região para a avó doente, Chapeuzinho conversa com um boto-cor-de-rosa, fica distraída com as belezas da floresta e tem uma grande surpresa quando chega no seu destino.

A leitura realizada junto com a pequena Clarice foi um mergulho de emoção na cultura amazônica. 
Percorrendo igarapés, o cenário da Amazônia vai surgindo como incentivo para conhecer  novas espécies da fauna e da flora brasileiras: frutas como tucumã, abiu e camu-camu, o sagui bigodeiro e o macaco-de-cheiro que saltam pela floresta nos galhos da maçaranduba, do cajueiro e da andiroba, enquanto ouvimos o canto do xexéu e do Uirapuru.
Indescritível toda a magia que Chapeuzinho Vermelho e o Boto-cor-de-rosa nos traz.
Mas afinal, neste cenário, quem desta vez salvará Chapeuzinho Vermelho?



Agradecemos à Mazza Edições por mais este presente lindo.

26 de janeiro de 2020

Um dia especial para destacarmos a prática da Educação Ambiental e seus desafios.


Hoje celebramos o DIA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL, data instituída em 1975 pelas Nações Unidas com o propósito de aumentar a conscientização sobre a necessidade de proteger o meio ambiente.   

Existem várias definições para o termo Educação ambiental e podemos encontra-las em obras de diferentes autores, códigos ou documentos que se apresentam sob diferentes perspectivas. 
A definição apontada pela UNESCO apresenta a Educação Ambiental como "um processo permanente no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem conhecimentos, habilidades, experiências, valores e a determinação que os tornam capazes de agir, individualmente ou coletivamente, na busca de soluções para os problemas ambientais, presentes e futuros” (UNESCO, 1987). 

Essa definição, proposta na metade do caminho entre a origem da educação Ambiental e o seu desenvolvimento atual, expressa as aspirações fundamentais, centradas não apenas no desenvolvimento de capacidades para fazer algo, mas também na compreensão necessária para saber o que fazer no desejo de fazê-lo, na intenção de realizá-lo, na criatividade que permite desenvolve-lo e na consciência do que é feito. Relevante também é lembrar que a Educação Ambiental deve ser um processo de formação dinâmico, permanente e participativo, no qual as pessoas envolvidas passem a ser agentes transformadores.

A grande diversidade dos problemas ambientais atuais é marcada por sua complexidade e intensidade, envolvendo aspectos políticos, sociais e econômicos de ampla relevância. 
Uns dos principais desafios das políticas públicas de Educação Ambiental aponta para a necessidade da construção de uma proposta político pedagógica de Educação para a sustentabilidade, capaz de fomentar pessoas e coletividades responsáveis pela melhoria em sua qualidade de vida, dos seus pares e das futuras gerações.

Do ponto de vista do educador, o desafio se encontra na necessidade de alcançar o embasamento teórico e metodológico que lhe permita uma prática didática onde a Educação Ambiental não seja simplesmente uma disciplina ou um tema de aula. Ou seja, que se torne proposta para sensibilização para um mundo sustentável e um caminho para a compreensão do conceito de futuras gerações. Conceito este onde não se identifica o indivíduo nem o grupo que será atingido com determinadas ações, mas se concebe todas aquelas pessoas que um dia (futuro) usufruirão do patrimônio terrestre. 

O grande desafio está em substituir a Educação Ambiental reducionista (modelo que se limita às abordagens ligadas diretamente aos aspectos físicos, naturais ou construídos e busca mudanças individuais de comportamento, ensinando somente a cuidar do meio ambiente) por uma Educação Ambiental Crítica (onde se adota uma abordagem que busca soluções para os problemas ambientais, tendo como objetivo principal uma visão integral do meio ambiente) a fim de promover o entendimento da realidade e a emancipação dos sujeitos através da busca individual e construção coletiva.  O que equivale dizer que o desejável é uma educação que incentive novas atitudes e novos impulsos que contribuam para o favorecimento da cultura da sustentabilidade e a formação de cidadãos com consciência local e cidadania planetária. 

Por: Mazza Pena - Educadora Ambiental

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