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15 de maio de 2019

Como está a educação ambiental em Minas Gerais? Palestra promovida pela AMDA tratou deste importante tema.


Estive presente à edição de maio do Projeto Terça Ambiental, promovido pela AMDA Minas Gerais. O tema de exposição e debate "Como está a educação ambiental em Minas Gerais?" foi conduzido pela especialista em gestão ambiental com foco em educação ambiental, Marta Silveira. 

O objetivo deste encontro foi discutir se a Educação Ambiental é realmente implementada nas escolas e como isso acontece. E se tornou  um momento muito especial  para reflexões e ampliação do debate em torno de questões importantes e polêmicas ligadas ao tema focal. O evento aconteceu no auditório do CREA-MG e contou com a presença de diversos profissionais do setores público e privado e estudantes de cursos da área ambiental.

A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) determina que a Educação Ambiental (EA) deve ser desenvolvida "como prática integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal". Contudo, a lei pontua que essa incorporação deve ocorrer de modo interdisciplinar, ou seja, não existe uma disciplina específica para que os conceitos sejam trabalhados em sala de aula. 

O fato de a legislação classificar a educação ambiental como uma matéria interdisciplinar é um dificultador. Com tanto conteúdo para aplicar em pouco tempo, é difícil encontrar professores dispostos a dedicar ainda mais tempo na busca por materiais adequados para abordar quaisquer temas que integram a EA. A falha esbarra ainda na postura das instituições de ensino, que não investem na capacitação dos professores, nem na pesquisa de materiais didáticos que abordem a temática ambiental.

Na maioria das vezes, a abordagem é fruto de demandas emergenciais, como a crise hídrica que atingiu diversas regiões do país em 2014. A sensibilidade dos professores em reconhecer a urgência e importância da educação ambiental é crucial para o desenvolvimento de atividades.

Desde 2015 tramita no Senado Federal o Projeto de Lei do Senado (PLS) n° 221, que estabelece a educação ambiental como matéria obrigatória no currículo escolar. O autor da proposta, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), considera a atual situação da EA insuficiente. Desde o ano passado o projeto está na Comissão de Educação, Cultura e Esporte e no início de março deste ano o projeto foi redistribuído e aguarda emissão de relatório.

O evento foi bastante produtivo quanto à abordagem do tema e possibilidade de debate. E se tornou um  importante espaço para tratarmos dos muitos desafios da prática da Educação Ambiental, em um tempo em que ainda necessitamos que os vários setores ampliem sua visão quanto à sua importância. 


13 de abril de 2019

A enriquecedora experiência de vivenciar o Jogo Carta da Terra no I Encontro Nossa Cidade Conecta.

Projeto Ler e Jogo Carta da Terra, durante o I Encontro Nossa C\idade Conecta - Foto Cláudio Casaccia

O I Encontro Nossa Cidade Conecta realizado em Belo Horizonte, entre os dias 4 e 6 de abril, no CRJ - Centro de Referência da Juventude, reuniu pessoas engajadas em transformação social, ampliando o impacto de ações e projetos sociais, econômicos, ambientais e culturais em cidades pequenas. 


A palestra de abertura, "Como semear o dia em que todos viverão bem, em comunidades abundantes de um planeta saudável" realizada por Renato Orozco, foi norteadora de todo o evento e nos conduziu a diferentes conexões: Negra, Indígena, LGBTQ e Feminina. Através de palestras, coletivos, debates, oficinas e apresentações onde aconteceram encontros de muitos, nos conectamos ao redor de sonhos e objetivos comuns.


O co-criador do Jogo Carta da Terra , Cláudio Cassacia
acompanhou de perto as experiências enriquecedoras da oficina.
Foto: Bruna Leles.
Entre estes Idealistas, também estive presente. O Maria Reciclona - Núcleo de ações para a sustentabilidade participou como convidado do arquiteto e criador de jogos, Cláudio Casaccia, na assistência à oficina "Jogo Carta da Terra". O jogo, apresenta diferentes possibilidades de jogabilidade e estimula os participantes a compartilhar suas experiências pessoais, a protagonizar ações  socioambientais, desfrutar de uma atmosfera cooperativa e viver momentos de alegria e aprendizado pensando em um mundo mais sustentável e justo. A atividade foi ofertada ao público, no sábado (6) e aconteceu de forma muito especial e a  presença de vários participantes do Projeto LER que, nesta atividade, contou com a monitoria da Professora Sandra Cavalcante.

Mazza Pena lendo as orientações propostas pelo Jogo que nos conduziu a uma linda experiência . Foto Cláudio Casaccia

O PROJETO LER é uma iniciativa de professores do Departamento de Letras da PUC Minas, em parceria com o Centro de Estudos luso-afro-brasileiros, Cátedra do Instituto Camões, em Belo Horizonte, e o Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR - Brasil). Nasceu da necessidade de criar contextos interculturais de aprendizagem e de interação linguística, em língua portuguesa, com pessoas de diferentes países que chegam à Região Metropolitana de Belo Horizonte na condição de migrantes e refugiados. As atividades linguístico-culturais realizadas caracterizam-se, portanto, como práticas contextualizadas e colaborativas da leitura e da escrita de textos de natureza diversa, em língua portuguesa. 

Participantes de diferentes nacionalidades formaram os grupos que buscavam a vitória coletiva. Foto Cláudio Casaccia
Sandra Cavalcante, motivadora de experiências. Foto Bruna Leles
Neste sentido, o Jogo Carta de Terra se apresentou como um elemento com total adequação à proposta do LER e, atendendo a um dos objetivos do projeto, o português foi adotado como língua comum a ser falada pelos participantes, oriundos de países como Guiné Bissau, Haiti e Venezuela. 

O JOGO ONDE TODOS GANHAM OU PERDEMOS JUNTOS


A oficina trouxe a oportunidade de vivenciar a abordagem das diferentes dimensões da Carta da Terra, importante documento gestado durante a Rio 92 que inaugura um fundamento ético quando nos lembra que fazemos parte de uma só família humana. Conduzimos a jogabilidade pelas várias possibilidades de abordagem desse documento, que se permite utilizar como catalisador para alcançar o diálogo entre diferentes culturas e credos, com relação à ética global e o rumo que a globalização está tomando. 

Jogamos simultaneamente em em dois tabuleiros e ao alcançarmos nosso objetivo da vitória coletiva, os jogadores puderam realizar uma atividade final onde expressaram em 5 línguas, traduzindo em palavras de ordem, o quarto princípio da Carta da Terra que trata da "Democracia, não violência e paz".  

Foi uma linda experiência!
Reunimos-nos, ao final da oficina, para uma foto que registrou nossa linda conexão.

2 de abril de 2019

Celebrando o Dia Mundial da Água, no Parque Nacional do Ibitipoca.


Neste ano, tive a felicidade de poder celebrar o Dia Mundial da Água (22 de março) em um local especial e cheio de boas energias. Foi possível reverenciar a água e toda a sua potencialidade e importância para a vida humana, animal e vegetal, realizando o Circuito das Águas no Parque Nacional do Ibitipoca.

Localizado na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, o Parque Nacional do Ibitipoca está situado a três quilômetros do distrito de Conceição do Ibitipoca, pertencente ao município de Lima Duarte. Ocupa 1488 hectares como área de reserva, onde podemos realizar visitas guiadas ou por conta própria, seguindo a boa sinalização existente. Entre os roteiros possíveis estão as trilhas da Janela do Céu (16 km), do Circuito do Pico do Pião (11 km) e o Circuito das Águas (5 km).


Nesta última trilha, podemos visitar o Lago dos Espelhos, Lago Negro, Prainha, Lago das Miragens, Ponte de Pedra, Cachoeira dos Macacos e do Rio do Salto. Cada ponto é uma paisagem para se reter nos olhos e na alma.


As águas percorrendo as longas extensões de pedra formam poços de águas límpidas que reluzem as formações rochosas de cor amarelada. Naquele dia de outono, que acabava de chegar, o sol refletia de forma mágica, a energia vibrante que pulsa naquele lugar...

Foi  lindo poder vivenciar o dia Mundial das Águas como uma celebração ao lado de companheiros especiais e muito sintonizados com as forças da natureza.
Minha gratidão ao Universo!


8 de março de 2019

MENINAS VESTEM VERDE!


Em um tempo em que enfrentamos desafios e vivemos a consequência de desastres ambientais de proporções gigantescas, sustentabilidade e preservação são prioridades para o desenvolvimento econômico, social e ambiental de nossa sociedade. E hoje, Dia Internacional da Mulher é oportuno ressaltar  a importância de mulheres que com sua vida, sua história e muita militância colaboraram e colaboram para que possamos seguir acreditando na viabilidade de um futuro mais sustentável na feminina Terra.

É importante dizer que as mulheres, desde sempre, foram e são protagonistas quando o tema é preservação do meio ambiente e vida sustentável. E isto vale para as mais simples atitudes, quer seja a escolha correta de um produto para o consumo no lar, a atuação consciente nos espaços de educação até as atitudes que envolvem políticas públicas nacionais e internacionais. Neste cenário, as mulheres sempre foram capazes de fazer a diferença. E por isso, lembramos de algumas delas para celebrar esta data.

Anna Comstock 
Cronologicamente, começo pela norte americana ANNA COMSTOCK, que nascida no século 19, e que com toda sensibilidade feminina, voltou seus olhos observadores inicialmente para ilustrar os insetos que ela e seu marido estudavam e após concluir um curso em História Natural, em 1885 passou a escrever seus próprios livros. Entre eles, o Handbook of Nature Study, (Manual do estudo da natureza) que até hoje é considerado um texto clássico. 

Anna abriu novos caminhos no mundo acadêmico, tornando-se a primeira professora de uma universidade. Mas tornou-se famosa foi por criar o primeiro programa de estudos de natureza ao ar livre para as crianças, que tirou a ciência da sala de aula e incentivou o amor das crianças pelo mundo natural. Seu método tornou-se o modelo para programas de estudos da natureza no mundo todo, ajudando a promover uma nova apreciação da importância da conservação do meio ambiente para as próximas gerações. 

Outra mulher memorável que, com a capacidade feminina de observação dos detalhes, se tornou protagonista no mundo da sustentabilidade foi a bióloga RACHEL CARSON que nasceu em 1907, também nos Estado Unidos. 

Rachel Carson
Com seu trabalho e pesquisas ela não só chamou a atenção para os perigos do uso indiscriminado de pesticidas sintéticos; como também ajudou a lançar o movimento ambiental moderno quando publicou em 1962 o livro “Silent Spring” (disponível no Brasil com título “Primavera Silenciosa”) e que é considerado um dos trabalhos não ficcionais mais influentes do século XX. 

Nessa obra, ela se mantinha firme contra as críticas intensas da indústria química, apesar de uma batalha simultânea contra o câncer de mama que ela travava. Mesmo após sua morte, em 1964 (dois anos após o lançamento de sua obra-prima), seu livro alimentou o interesse público em questões ambientais e de saúde pública e, em poucos anos, a Administração Nixon criou a Agência de Proteção Ambiental. 
Ela é sem dúvida um ícone para todas as mulheres ambientalistas. 

Também devem ser lembradas mulheres como DIAN FOSSEY que abriu um novo campo para mulheres da área de Biologia quando começou a estudar os gorilas de montanha na Ruanda. Dedicando uma atenção significativa às atividades de combate à caça, incluindo a execução de patrulhas de caça furtiva, destruição de armadilhas e prisão de caçadores, pressão sobre as autoridades locais para impor leis anti-caça . 
Tragicamente, Dian Fossey foi encontrada morta em sua cabana nas Montanhas Virunga de Ruanda, em dezembro de 1985. Embora o caso nunca tenha sido resolvido, acredita-se que ela foi morta por um caçador em resposta a seus agressivos esforços contra a caça furtiva. 

A Advogada e ativista JANE GOODALL também se dedica ao bem-estar e conservação animal. A britânica é considerada a maior especialista do mundo em chimpanzés após seu estudo de mais de 50 anos sobre chimpanzés selvagens em um parque nacional na Tanzânia. 

Dian Fossey e Jane Goodall 
E em uma época em que as cientistas eram muitas vezes consideradas frágeis e emotivas demais para o trabalho de campo, Dian Fossey e Jane Goodall provaram que todos estavam errados. 

Seguimos nossa lista com SYLVIA EARLE, oceanógrafa americana que ajudou a projetar submarinos de pesquisa, mas que é mais conhecida por suas ações de proteção dos oceanos da Terra. E entre outras proezas ela é fundadora do Mission Blue, uma organização sem fins lucrativos dedicada à criação de reservas marinhas protegidas em todo o mundo. 

Wangari Maathai - Prêmio Nobel da Paz 2004
Um grande destaque que temos que dar hoje é para WANGARI MAATHAI que teve uma rara oportunidade para uma mulher queniana dos anos 1960: ela foi uma das 300 estudantes quenianas selecionadas para o programa que lhe deu a chance de frequentar a Universidade nos Estados Unidos.  Depois de completar licenciatura e mestrado em Biologia, voltou para o Quênia, onde teve uma nova perspectiva sobre os danos ambientais em seu país – e sobre a necessidade de direitos das mulheres.  Por isso, fundou o Green Belt Movement para abordar as duas questões, ensinando as mulheres quenianas a plantar novas árvores em áreas desmatadas e obter renda sustentável da terra. Desde então, o movimento capacitou 30 mil mulheres para o comércio, as tirando da pobreza, e plantou mais de 51 milhões de árvores. 

Por sua dedicação à conservação ambiental e ao avanço dos direitos das mulheres, Maathai recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em 2004, se tornando a primeira mulher africana a receber o prêmio. 

VANDANA SHIVA, física e ambientalista indiana também é inspiração para nossas militâncias.
Vandana Shiva, física e ambientalista indiana.
Vandana é ativista ambiental e está liderando uma campanha para ver o valor das práticas locais tradicionais sobre soluções uniformes - antiglobalização. Ela dirige uma Organização não governamental que se tornou um movimento nacional para proteger sementes nativas para a agricultura e promover práticas orgânicas e comércio justo. Além disso, ela oferece uma nova percepção do papel das mulheres, particularmente no mundo em desenvolvimento. 

Como ela outras tantas mulheres brasileiras protagonizam um papel de relevância frente aos desafios da sustentabilidade. 

Mulheres que ocupam os mais distintos lugares sociais. Vide GISELE BUNDCHEN, que por tantos anos foi conhecida por ocupar as passarelas da moda e há mais de seis anos, tenta chamar atenção para o que vem acontecendo no planeta. Hoje ela representa o Brasil em outras passarelas, para além da moda, ocupando o cargo de Embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. 

O engajamento das mulheres em prol da sustentabilidade nas instituições, do consumo consciente, da responsabilidade socioambiental, dos negócios sustentáveis, da qualidade de vida e das ações sustentáveis que impactam na sociedade é cada dia mais crescente e poderíamos passar este dia citando uma infinidade de nomes e iniciativas e não alcançaríamos o final da longa lista . 

Tica Minami -  coordenadora da campanha da Amazônia do Greenpeace 
Mas não podemos nos esquecer das brasileiras NECA MARCOVALDI no Projeto Tamar, TATIANA NEVES, coordenadora geral do Projeto Albatroz, DÉBORA PIRES , fundadora do Projeto Coral Vivo, a presidente do Instituto Baleia Jubarte, MÁRCIA ENGEL e a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, KARINA GROCH, todas liderando os grandes projetos de conservação de espécies marinhas. 
Também temos que citar MARCIA HIROTA, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, a jornalista TICA MINAMI, coordenadora da campanha da Amazônia do Greenpeace, entre outras mulheres à frente de grandes organizações de preservação e conservação das espécies vivas e dos ambientes naturais. 

Mas, sobretudo, temos que nos lembrar de cada mulher que ocupa funções nas cooperativas de coleta e reciclagem de resíduos, as centenas de mulheres indígenas, quilombolas e pescadoras que vivem o seu dia-a-dia integradas ao meio ambiente e de todas aquelas que, como eu, são apenas agentes ambientais que não desistem jamais do ideal de um mundo mais sustentável. 
Profissionais da reciclagem cooperadas à RedeSol

DESEJO FELICIDADE A TUDO QUE HÁ DE FEMININO NO PLANETA!

5 de dezembro de 2018

As dimensões da sustentabilidade discutidas em eventos importantes.


As três dimensões da Sustentabilidade (ambiental, econômica e social) nos remetem a diversos campos importantes do conhecimento. Portanto, buscar novas oportunidades de aprendizado e formas de ampliação dos debates sobre temas correlatos a este tripé, é uma tarefa para ser desenvolvida permanentemente. 

Por assim pensar, busco participar sempre de cursos, palestras, workshops, seminários e fóruns que tragam painéis que venham contribuir para a minha formação como educadora ambiental e cidadã.

Neste ano, tive a oportunidade de participar de eventos expressivos. Sete deles, no segundo semestre e todos me trouxeram ampliação do saber e possibilitaram ampliar minha rede de relações profissionais. Só tenho a agradecer àqueles que se dispuseram a organizar cada evento e disponibilizar estas oportunidades.

2º FÓRUM MUNICIPAL LIXO ZERO - BELO HORIZONTE


Em agosto, participei do 2º Fórum Municipal Lixo Zero em Belo Horizonte. O evento aconteceu no Centro de Referência da Juventude, e ofertou vários painéis onde foram expostos e debatidos temas como: Tendências Lixo Zero, Educação e Conscientização Ambiental, Redução e Reuso, Reciclagem, Compostagem e agricultura urbana, Desenvolvimento local e políticas públicas e também ofertadas oficinas e rodas de conversa com a participação de profissionais expoentes no universo da sustentabilidade em BH.
Como uma das gestoras, da Mobilizasim - Agência de Educação Ambiental, estive ao lado de Raquel Quintão atuando como consultora de sustentabilidade dos empreendimentos da Economia Solidária na instalação de uma loja conceito lixo zero. 

Em uma grande estrutura sustentável construída em bambu foram comercializados produtos artesanais e alimentos produzidos por dezenas de empreendimentos da Economia Solidária. Trabalhar com a concepção de um conceito especial de economia e produção baseada na reutilização de matéria prima reciclada e sustentável, além do aproveitamento integral de alimentos foi uma proposta muito auspiciosa e resultou em uma experiência muito gratificante.

Loja conceito Lixo Zero, montada em uma grande 
estrutura sustentável de bambu, com produtos produzidos por empreendimentos da Economia Solidária.


GREEN DRINKs - INOVAÇÃO NA NUVEM: COMO A TECNOLOGIA CONTRIBUI PARA A SUSTENTABILIDADE

Ainda no mês de agosto, participei de  uma edição do Green Drinks: "Inovação na nuvem: Como a tecnologia contribui para a sustentabilidade"
Evento criado em 1989, presente em mais de 760 cidades ao redor do mundo, o Green Drinks é um happy hour que fortalece a rede de pessoas interessadas e atuantes na área de sustentabilidade, empreendedorismo social, meio ambiente e inovação. O objetivo é criar um ambiente descontraído para troca, envolvimento, geração de iniciativas e diálogos para juntar, mobilizar e conectar as pessoas pela construção de uma sociedade sustentável e justa. Esta edição, aconteceu no Espaço Arcelor, na Casacor. Foram 4 painéis que trataram dos seguintes temas: 
- Gestão e Direito: um molde tecnológico para a sustentabilidade, por Junio Magela (Melo Campos Advogados);
- Tecnologia e Inovação Ambiental: desafios de um mundo em rápida transformação, por Leo Santiago (WayCarbon);
- Geração de Valor Através da Destinação Estratégica dos Resíduos, por Fernando Andrade (ATerra);
- Novas Fronteiras da Responsabilidade Social Corporativa, por Bruno Barroso (Prosas).

Foi uma noite muito agradável, com excelentes oportunidades de trocas de experiências e ampliação de minha rede de contatos com pessoas atuantes em diferentes segmentos, mas todas antenadas nas dimensões da sustentabilidade.

FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO E NEGÓCIOS DE IMPACTO

Em setembro foi a vez de me juntar a outros empreendedores de impacto social e participar do "Fórum de Desenvolvimento e Negócios de Impacto", um evento com a realização do Bankoo, Hub Social e Naação. 
A crença de que podemos gerar transformações por meio de soluções que aliam impacto socioambiental com um modelo de negócios rentável é o ponto de partida deste evento. Discutir o que nos mobiliza a fazer parte desse movimento de mudança, a possibilidade de somar diferentes agendas para gerar um impacto sistêmico foi a tônica de um dia de muitas reflexões.  

À esquerda: painel Gestão e mediação de impacto e os ODS da ONU. Á direita: Eu, com alguns de meus parceiro de Jornada Empreendedora Naação no evento Fórum de Investimento e Negócios de Impacto.

WORKSHOP "TECNOLOGIAS AMBIENTAIS SUSTENTÁVEIS"

O mês de novembro trouxe uma agenda bastante concorrida, com vários eventos importantes. 
No dia 10, participei do Workshop "Tecnologias Ambientais Sustentáveis" uma promoção da Liga Universitária de Engenharia e Empreendedorismo Ambiental, que ocorreu no CEFET MG.

O evento ofertou duas palestras, sendo uma delas com o engenheiro Rafael Xavier, da Gerasol.  A palestra "Choque Ambiental" objetivou apresentar três tecnologias sociais ecológicas (Aquecedor Solar de Baixo Custo, Minicisterna e Minhocário), que podem ser fabricadas pelo próprio usuário e instaladas em residências. 
Demonstrando como essas tecnologias proporcionam benefícios diversos que visam a sustentabilidade do lar, promovendo a racionalização do consumo energético e da água, redução do impacto resultante da geração de lixo e produção de compostos a serem utilizados em hortas caseiras, o expositor trouxe exemplos práticos de projetos que desenvolve e outras informações muito consistentes para a adoção das práticas sustentáveis das tecnologias sociais.

FÓRUM LIXO E CIDADANIA - NOVA UNIÃO/MG

No dia 12 de novembro participei do Fórum Lixo e Cidadania, a convite da UNICICLA - Associação de catadores de materiais recicláveis de Nova União - MG. 
Fundada em 2015, a associação tem como objetivo principal destinar os resíduos da coleta seletiva do município à indústria de reciclagem. 
No evento, foram debatidos os principais problemas relativos à gestão de resíduos, tais como a mobilização para a participação solidária no processo da coleta seletiva, a corresponsabilidade cidadã, a valorização do catador e a importância do trabalho da cooperativa e seu impacto positivo na economia do município. 
Fórum Lixo e Cidadania em Nova União 
Os temas foram tratados e debatidos por representantes do poder público, da comunidade acadêmica, dos empresários e cidadãos nova-unienses.
Estive presente como representante da Mobilizasim - Agência de Educação ambiental e, ao lado de Raquel Quintão, tratei da importância da educação ambiental como elemento fundamental nos processos de conscientização, mobilização e alteração positiva de comportamentos para eficácia dos planos de gestão de resíduos e implementação da coleta seletiva solidária. 

I WORKSHOP "EDUCAÇÃO AMBIENTAL - TEORIA E PRÁTICA"

Ívanor Pinheiro apresentando a prática dentro do PEA da CSN
No dia 29 de novembro foi a vez de participar do "I Workshop Educação ambiental - Teoria e Prática" promovido pelo Movimento de Educadores de Minas Gerais. O Worshop teve como tema central as experiências com a DN COPAM 214/2017 - diagnóstico, implantação e execução. 
O evento objetivou:
- Promover o diálogo entre os profissionais da Educação Ambiental sobre a aplicação da DN COPAM 214/2017: avanços, dificuldades de implementação e novas perspectivas;
- Compartilhar experiências sobre Diagnósticos Socioambientais Participativos - DSPs, Diagnósticos Rurais Participativos - DRPs e Cartografia Socioambiental;
- Compartilhar experiências sobre Programas de Educação Ambiental - PEAs e Projetos/Ações de Educação Ambiental.
Entre os expositores, esteve presente o gestor ambiental, Ívanor Pinheiro, Coordenador de Educação Ambiental da Fundação CSN apresentando um painel do PEA desenvolvido para a Cia Siderúrgica Nacional. 
Diretoria e outros membros do recém criado
 IBEA - Instituto Brasileiro de Educação Ambiental
Entre as muitas ações desenvolvidas, foram mencionados dois trabalhos desenvolvidos pelo Núcleo Maria Reciclona para aquela instituição: um workshop para formação técnica de professores e oficinas e exposição durante a Semana do Meio Ambiente 2018. A menção ao meu trabalho e a avaliação positiva verbalizada por Pinheiro, foi uma grata surpresa para mim.
Ainda nesta data, pude participar ao término do evento, da Assembleia de criação o IBEA - Instituto Brasileiro de Educação Ambiental- Um momento muito importante para mim, como profissional desta área.

II SEMINÁRIO LOGÍSTICA REVERSA 

Finalizei o mês de novembro participando do "II Seminário Logística Reversa" que objetivou refletir sobre a atual situação da logística reversa dos resíduos sólidos gerados no Brasil. O debate foi promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES MG), em parceria com a Escola Superior Dom Helder Câmara. 
As oportunidades para a expansão da logística reversa, associadas aos instrumentos legais, e os principais desafios a serem superados, para sua efetiva implementação no país, foram os temas dos quatro painéis apresentados durante o seminário.


     Mesa composta pelos painelistas no debate final do evento.

Foram momentos muito proveitosos que desejo possam ser compartilhados futuramente, através de ações que eu venha desenvolver como educadora ambiental.

1 de dezembro de 2018

2º Semestre com muita educação ambiental

O segundo semestre deste ano foi de muitas atividades e planejamentos. Novas parcerias, desafios, trabalhos e participação em eventos. As demandas acabaram por me absorver muito o tempo disponível para estar mais presente aqui, neste espaço, junto com vocês.

Mas de tempo em tempo é necessário refazer as direções e renovar os conhecimentos para poder prosseguir com passos firmes e mais preparada.

Prosseguimos então, a partir de hoje com algumas atualizações de atividades e registrando um pouco do que conseguimos realizar nestes meses.

Acompanhem as postagens e enviem seus comentários, duvidas e sugestões. Um abraço a todos e gratidão pela presença.

25 de junho de 2018

Maria Reciclona é destaque na programação da Semana do Meio Ambiente da Cia Siderúrgica Nacional.

Com exposição de um grande acervo de objetos de supraciclagem  levamos inspiração a centenas de colaboradores.



Durante a Semana do Meio Ambiente 2018, o Núcleo Maria Reciclona teve novamente a oportunidade atuar como parceiro contratado da Fundação CSN. De 4 a 11 deste mês, participamos das atividades especiais do programa de educação ambiental em diferentes unidades da Companhia Siderúrgica Nacional, localizadas nos municípios mineiros de Congonhas, Ouro Preto e Nova Lima. 

Adotando o tema “Meio Ambiente: conhecer, zelar e respeitar", as diversas atividades programadas pelo PEA foram direcionadas para os colaboradores de 6 áreas (Mina, Áreas 32 e 39, Pires, Engenho e  Fernandinho). Incluindo ações que visaram levar informações sobre "a fauna e a mineração", "a importância da recuperação de áreas degradadas" além da  "conscientização sobre a importância do consumo responsável", a programação incluiu treinamentos, mini cursos, doações de mudas de árvores à população, espetáculos teatrais com temáticas ambientais e exposições.
Visando a conscientização e reflexão sobre a importância do consumo responsável, o Núcleo Maria Reciclona foi responsável pela exposição itinerante de um acervo de mais de 80 objetos utilitários e de decoração, concebidos a partir da resignificação de diferentes materiais.
Desta forma, levamos inspirações para o reúso de peças automotivas, CDs e DVDs, garrafas de vidro, embalagens plásticas, latas de alumínio, caixas tetrapack, entre outros recicláveis, para centenas de colaboradores que visitaram as áreas por onde passou a mostra.


O sucesso da ação foi perceptível pelo grande interesse que despertou entre os visitantes, que também solicitavam detalhes sobre o processo criativo e de confecção dos objetos expostos, além de os fotografarem em detalhes para posterior reprodução, validando assim mais um trabalho realizado com muita dedicação.

9 de dezembro de 2017

Discutindo estratégias para a consolidação da coleta seletiva solidária em Belo Horizonte.


Sonho com um tempo onde praticar a educação ambiental seja um ato cotidiano de cada cidadão, traduzido em hábitos responsáveis. Asim, almejo viver em uma cidade onde os resíduos sólidos e orgânicos recebam da sociedade civil e do poder público, o devido tratamento. Digo, tratamento incluindo aspectos responsáveis do consumo, descarte e destinação. 
É necessário que os problemas oriundos do grande volume de resíduos produzidos e coletados em nossa cidade passem pela análise crítica de diferentes instâncias da sociedade. Eu, como educadora e agente ambiental não poderia estar fora de um evento onde assuntos relacionados ao programa de coleta seletiva de BH, desde seu surgimento até as perspectivas de aprimoramento do serviço, fossem o tema principal.


Na última terça-feira (5), das 14h às 17h, participei do seminário “Estratégias para a consolidação da coleta seletiva solidária e inclusiva em Belo Horizonte” que aconteceu no Auditório Juscelino Kubitschek, na sede da PBH.
Ponto comum das mesas de exposição e do debate, o Seminário apontou para a necessidade da convergência integradora de ações e esforços que potencializem a reciclagem e valorização dos catadores na capital. 
Um dos temas de destaque foi o trabalho de mobilização social, educação e cultura, desenvolvido para a disseminação e ampliação desse tipo de coleta que, segundo o relatório de atividades  anual da SLU,  em 2016 registrou como coletados 7.282 toneladas de recicláveis, o que corresponde apenas a 1,08% dos resíduos domiciliares coletados naquele ano.

Mesas formadas pelo poder público e sociedade civil discutiram as perspectivas e planejamento da coleta seletiva solidária com início em 2018 , onde a grande diferença se dará pela participação direta e efetiva das cooperativas de coletores de resíduo sólidos. Cabe lembrar que trabalho desenvolvido pelas redes de triagem de material reciclável de Belo Horizonte que atuam na coleta seletiva solidária do município é uma parceria inédita no país. 

Atualmente a Coopesol Leste já realiza ações nos bairros Floresta e Colégio Batista. A gestão e a operação do serviço são feitas pela própria associação, que trabalha, ao mesmo tempo, no recolhimento e na triagem dos recicláveis, usando um caminhão cedido pelo município. A expectativa é que essa experiência seja ampliada, a partir do próximo ano, para outras regiões da cidade . 

Entre outros painéis, foi apresentado o trabalho da SLU na área de sensibilização e educação ambiental durante a implantação da coleta seletiva solidária em uma rede de escolas, enfatizando assim a importância da mobilização e educação no processo. Os participantes do seminário ainda conheceram as iniciativas exitosas no campo da arte que servem de incentivo no engajamento para a correta destinação dos materiais recicláveis.

O evento, realizado pelo Fórum Lixo e Cidadania de BH/ PBH e SLU, contou com a presença de cidadãos belo-horizontinos interessados nas temáticas socioambientais e de gestão de resíduos, catadores de materiais recicláveis, técnicos da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), integrantes do Observatório da Reciclagem Inclusiva e Solidária (ORIS) entre outros.

8 de dezembro de 2017

APRENDENDO SOBRE APROVEITAMENTO INTEGRAL DE ALIMENTOS.

Buffet produzido durante o curso de aproveitamento integral de alimentos.

Segundo a World Resources Institute (WRI), o Brasil está entre os dez países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo. E isto se dá em uma cadeia que compreende a colheita, a pós-colheita, a distribuição e o desperdício que já vem no final da cadeia, que é no varejo, no supermercado e com o hábito do consumidor. Essa perda e desperdício de alimentos tem diversas implicações. Uma delas é com relação à segurança alimentar. Hoje somos aproximadamente 7 bilhões de pessoas no planeta e a estimativa é que, em 2050, seremos 9 bilhões. Enquanto isso, aproximadamente 1 bilhão de pessoas não tem acesso adequado e sofre com desnutrição e falta de alimento adequado. Então, como aceitar a perda e o desperdício de alimentos?
Se somos convocados ao enfrentamento desta questão, devemos começar por alterar nossos hábitos e nos preparando para mudanças tão necessárias e urgentes.

APROVEITAMENTO INTEGRAL DE ALIMENTOS

Eu preparando um prato, surpervisonada pela competente Nidete Santos.
Nesta semana, tive oportunidade de participar de um excelente curso promovido pelo SESC MG dentro do Programa Mesa Brasil. 
Foi uma grande oportunidade de buscar informações que me instrumentalizam para agir atendendo o primeiro desafio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
O curso "Aproveitamento integral de alimentos" nos trouxe a prática de como evitar, ao máximo, o desperdício e agir contribuindo para a alteração do posicionamento do Brasil no ranking dos países que mais desperdiçam e perdem alimentos no mundo.
O voluntariado sustentável, ligado à rede de entidades assistidas pelo programa Mesa Brasil e ao lado do  qual estive neste evento, está no enfrentamento efetivo e busca por esta alteração.

Além de muitas informações sobre manipulação, conservação, armazenagem e uso integral de hortaliças e outros vegetais, a parte prática nos oportunizou experimentar diferentes receitas preparadas durante todo o dia.

Cardápio
Tivemos um delicioso almoço e um lanche da tarde cheio de surpresas para o paladar. O cardápio incluiu  bolinho integral com sobras de arroz e talos de couve  e temperos variados que trouxeram textura e muito sabor. Tivemos também uma grata surpresa ao provar o bife à milanesa de casca de banana, Podem acreditar: é mesmo muito gostoso. O menu também foi composto por Pizza com recheio de sobras de legumes e talos de hortaliça, empadão com sobra de arroz e legumes, esfiha de carne e recheio de sobras de proteínas, macarrão remontado ao forno com legumes, ovos e .manjericão, patê de berinjela e talos,  suco de casa de abacaxi, e  geleia de abacaxi e também de banana, laranja e tomate.
Foi incrível ver tantas delícias preparadas e nada, absolutamente nada ir para o lixo. Uma experiência a se compartilhar e adotar para o dia a dia.

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O COMBATE À FOME E OS DESAFIOS DO MILÊNIO
No ano de 2000, as Nações Unidas, através da Assembléia do Milênio, promoveu a reunião de chefes de Estado e de governo de maior magnitude jamais realizada e convidaram a sociedade civil e governos a olhar com atenção alguns desafios que o planeta enfrentava. 
O debate resultou na aprovação da Declaração do Milênio, que reconhece que o mundo já possui a tecnologia e o conhecimento para resolver a maioria dos problemas enfrentados pelos países pobres. No entanto, tais soluções não foram implementadas na escala necessária até 2015, ano proposto como prazo limite.

Sendo assim, a sociedade foi novamente convidada a se mobilizar para novos desafios a serem acompanhados nos próximos 15 anos. E Oito objetivos gerais foram identificados .
O primeiro dos 8 objetivos gerais identificados é: erradicar a extrema pobreza e a fome. 


Somos todos convidados a olhar para as novas metas e verificar de que maneira cada um pode contribuir e participar.  O que você tem feito no contexto desses desafios?

25 de novembro de 2017

Com palavras e muito amor, hoje ensinamos a importância da sustentabilidade.


A manhã deste sábado foi ainda mais iluminada por eu poder estar ao lado do grupo Amor em Palavras em uma linda ação realizada na "Casa das Meninas", um lar de acolhimento mantido pela associação Irmão Sol, no bairro Paraíso, em Belo Horizonte. Nossa acolhida foi com abraços e sorrisos e expectativa pelas surpresas guardadas para este dia de mais uma ação sócio ambiental.
A ação teve início com uma esquete apresentada pelos jovens voluntários, abordando e dando ênfase aos princípios e importância da coleta seletiva. Com humor e linguagem apropriada, despertaram as crianças para as questões da sustentabilidade e como as ações para com o meio ambiente devem começar com o cuidado que dedicamos ao espaço em que vivemos.

O número teatral aconteceu no lindo quintal da Casa das Meninas.
Seguindo o roteiro programado para as duas horas de atividades, reunimos as crianças na varanda da casa e concluímos esta primeira parte com uma reflexão sobre o que aprendemos com o roteiro encenado.

Logo em seguida, foi a hora de inciar a oficina de supraciclagem com a Maria Reciclona. Várias embalagens plásticas de alvejantes foram recolhidas e levadas com a promessa de que transformaríamos junto com as meninas em uma linda surpresa. E foi bem assim... cada uma das meninas contou com o apoio de um dos voluntários para uso das ferramentas cortantes. 
E, muito curiosas, elas foram seguindo o passo a passo, tentando descobrir o que resultaria daqueles materiais recicláveis. E ao final da oficina, lindas bolsinhas surgiram.


Cada uma pode customizar e dar um toque todo pessoal à sua criação, com adesivos e apliques coloridos.

Um modelito para desfilar no lindo jardim da casa que as acolhe com ensinamentos e sentimentos traduzidos nas plaquinhas dispostas na varanda: família, solidariedade,  felicidade, simpatia e união.

Palavras que trouxemos conosco e em nossos corações para continuar a caminhada, compartilhando "Amor em Palavras".

Sobre o Grupo Amor em Palavras
Um Grupo de amigos que se uniu para encontrar uma forma de levar alegria para as pessoas em situação de risco social, através de um trabalho voluntário. 
Além disso, o projeto leva diversos benefícios ao público alvo já que incentiva a leitura e estimula a imaginação, auxiliando no desenvolvimento intelectual e emocional das crianças e adolescentes atendidos.
O nome “Amor em palavras” foi criado levando em consideração a mensagem que gostariam de transmitir com o projeto. Afinal, contar histórias é dar um pouquinho de amor através das palavras.


Uma pose cheia de alegria, ao término da atividade, junto com o Grupo Amor em Palavras.
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